"Nós dizemos que só temos um chefe, o público." - Brent Smith











Na segunda-feira (20 de agosto), Brent Smith concedeu uma entrevista via telefone para o blog da cidade de Syracuse, NY, a qual a banda realizará um show nesta noite pelo Uproar Festival. O blog postou uma matéria relembrando os sucessos da banda e alguns comentários da entrevista que foi realizada com o vocalista.

Confiram abaixo a tradução:
Brent Smith planeja tirar o resto do dia em Grand Rapids, Michigan, para "ir ao spa e fazer uma massagem e relaxar."

Desde janeiro, Shinedown tocou 87 shows em 11 países.
No sábado, 25 de agosto, a banda se apresentará no palco principal do Rockstar Energy Drink UPROAR Festival no New York State Fair.

"Uma grande turnê com longos dias", diz Smith entusiasmado durante uma entrevista por telefone na segunda-feira. "Há muita coisa acontecendo, de longe a maior produção que já fizemos. E você tem que se inovar para o povo. Nós dizemos que só temos um chefe, o público."

Smith e o co-fundador do Shinedown Barry Kerch na bateria, bem como Zach Myers guitarrista e o baixista Eric Bass já tem um espetáculo em New York State Fair no currículo. Shinedown tocou em 2009 no Chevy Court com entrada livre, atraindo uma multidão de mais 15,000 pessoas, uma das maiores da história.

"Lembro-me de um monte pessoas surfando na platéia. Muitas crianças", diz Smith. "Nós temos uma base incrível de fãs, desde o primeiro dia. Agora, talvez eles nos descobriram com (álbum de 2008) "The Sound of Madness" ou com (lançamento deste ano) "Amaryllis." Nossa platéia pode ser de 6 anos de idade até 80 anos de idade."

Smith diz sobre a volta do Shinedown a Syracuse, NY:
"Uma coisa sobre Syracuse como um todo, há muitos shows que são sempre incríveis", diz ele. "Tem sido um longo tempo desde que tocamos lá. Isso é apenas um caminho muito longo. Nós vamos compensar isso com o show que realizaremos".

O UPROAR Festival pode esperar por uma combinação de poder, melodia e mensagem.
"Temos uma grande dinâmica na nossa banda", diz Smith. "Estamos bastante destemidos quando fazemos álbuns e quando apresentamos. ... Nós somos yin-yang como uma banda. Um pouco ruim e um pouco bom. Um lugar turbulento e um lugar bonito também."

Smith e Kerch começaram a banda há 11 anos, em Jacksonville, na Flórida, com o baixista Brad Stewart e o guitarrista Jasin Todd. O álbum de estréia de 2003 "Leave a Whisper" seguido por "Us and Them" de 2005, levou sete hits ao top-five das rádios "Fly from the Inside", "45", "Simple Man", "Burning Bright", "Heroes", "I Dare You" e "Save Me" a quais alcançaram o No. 1.
O sucesso se acelerou com o lançamento de 2008 "The Sound of Madness" e suas seis músicas que atingiram No. 1: "Devour", "Sound of Madness", "The Crow & The Butterfly", "Diamond Eyes (Boom-Lay Boom-Lay Boom) "," If Only You Knew"e "Second Chance".

Smith diz que a melhor formação da banda é a sua formação atual, com Myers desde 2005 e Bass desde 2008.
"Eu e Barry, agradecemos as estrelas acima deles. Se não fosse por esses caras, eu não sei se Shinedown existiria", diz ele. "É uma banda feita, uma banda de elite, na minha opinião. ... Eles nos levam e nos empurram e nós empurramos uns aos outros a fazer o que temos feito e nunca estarmos satisfeitos. Nós somos uma família, uma organização e uma força a ser reconhecida."
"Amaryllis" foi lançado em março. O primeiro single, "Bully", tem servido como um ponto de encontro para algumas pessoas que se sentem pressionadas e um alerta para outras pessoas que não gostam da mensagem de luta de volta."

"Nós nunca ficamos em cima do muro sobre o assunto. Está acontecendo desde o início dos tempos", diz Smith. "Essa música em particular, é uma declaração de sobrevivência. Se você vai entrar no meu espaço pessoal e me empurrar, vou empurrá-lo de volta. É sobre o seu auto-respeito. Você tem que se levantar por si mesmo. E algumas pessoas não gostam de ouvir isso."
Sim, é exatamente assim que Smith se sente.

"Eu geralmente escrevo o que eu já passei e pelas pessoas que conheci e como eu vivo minha vida e como eu lido com as coisas", diz ele. "Um monte (de sucessos da banda) é porque as pessoas sentem que não têm voz, e nos levantamos por eles."