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Últimas notícias

Shinedown se apresenta no talk show russo 'Evening Urgant'

Atualmente, o Shinedown está em turnê na Europa pelo álbum 'Attention Attention', nesta semana a banda chegou na Rússia para realizar 3 shows e como surpresa, a banda se apresentou no talk show russo 'Evening Urgent'. Confiram!

Devil

Segundo atualização nos stories no Instagram oficial da banda, eles também gravaram 'Cut The Cord', assim que o vídeo for disponibilizado, atualizaremos o post.

Música Destaque: Save Me

Recentemente, fizemos algumas enquetes em nossa página no Facebook para a escolha do nosso 21º Música Destaque, o especial que realizamos com os singles lançados pelo Shinedown, nele procuramos informar as curiosidades de cada música escolhida. O single mais votado na enquete foi 'Save Me' e vocês podem conferir o especial abaixo:

Informações:
'Save Me' é a terceira música e primeiro single do álbum 'Us and Them', lançado em 2005;
Apesar de fazer parte do segundo álbum de estúdio da banda, sua demo foi feita quando Brent tinha cerca de 15 anos de idade;
A música foi escrita por Brent Smith e Tony Battaglia, que também a produziu;
É a terceira música que alcançou a posição mais alta na chart Billboard Hot 100, ficando em 72º lugar (perdendo para 'Second Chance', que alcançou a 7ª posição e 'If You Only Knew', 42ª);
É um dos 13 singles (de 24 singles, até o momento) que alcançaram o primeiro lugar na parada Active Rock;
Foi a música tema da oitava edição do WWE No Mercy que aconteceu em 2005;
O CD single e também digital, foi lançado no dia 16 de agosto de 2005, contendo apenas com a própria faixa.
Capa do CD:
Atualmente, a música não faz parte da setlist da turnê da banda e segundo as atualizações no setlist.fm, a última apresentação ao vivo aconteceu durante a turnê do álbum Threat to Survival, confiram abaixo um vídeo publicado por um fã:


Como sabemos, Brent e Zach realizam shows acústicos como 'Smith & Myers', incluindo na setlist dos shows, músicas do Shinedown e covers como os que foram lançados nos EPs em 2014 (relembre aqui), em seus shows realizados em dezembro de 2017, 'Save Me' esteve na setlist. Confiram o vídeo abaixo:


Na versão deluxe do álbum Us and Them, a banda disponibilizou uma versão acústica e remix da música:
Acústica

Pull Mix:

Apresentações:
Em 2006, Brent Smith e Jasin Todd (ex-guitarrista), realizaram uma apresentação acústica exclusiva na casa de um fã e 'Save Me' foi uma das 5 músicas apresentadas:

Considerando a data de upload, a apresentação, também em versão acústica foi realizada em 2006 no Studio Ugo:

Já com a banda completa e ainda com a sua primeira formação, o Shinedown se apresentou no canal americano ABC:

Sobre a letra:
Em entrevista em vídeo ao Artisan News em 2007 (segundo data de upload), o vocalista Brent Smith disse que a música não fala somente sobre vícios, mas também sobre o fato de pedir ajuda.

'Save Me' é sobre... acho que todo mundo tem esse tipo de pessoa em sua vida... você sabe, é alguém que toma a iniciativa de lidar com o que está ao seu redor, eles realmente cuidam das pessoas que estão por perto e não se concentram muito em si mesmos. Eles têm uma ideia de que, se eles cuidarem de todos, de alguma forma, eles ficarão bem, realmente o que eles precisam, é olhar o que está acontecendo em suas próprias vidas porque mesmo as pessoas mais fortes que você conhece vão bater na parede algumas vezes, todo mundo tem um limite no ponto de ruptura e é apenas uma música sobre não ter vergonha de pedir ajuda. Não há nada de errado com você, às vezes você cai e está tudo bem, você deve ser capaz de depender de seus amigos, sua família e as pessoas ao seu redor para ajudá-lo, você está lá para eles e eles devem com estar quando você precisar.

Shinedown quebra recorde da banda com mais top 10 na parada Rock Airplay

O Shinedown se tornou a primeira banda com mais singles no top 10 da parada Rock Airplay da Billboard, segundo o site, a banda quebrou o empate que havia com o Foo Fighters, com o seu single 'Get Up'.

Leia mais:
A banda marca seu 11º top 10, passando o Foo Fighters.

Shinedown recuperou a posse dos 10 melhores da história da parada Air Rock da Billboard, com 'Get Up', o segundo single do álbum 'Attention Attention', que subiu de 12º para 10º na lista de 24 de novembro.

'Get Up' se tornou o 11º top 10 dos rockeiros de Flórida, quebrando o empate com o Foo Fighters no top 10 durante nove anos de história da parada. A música ganhou 5,9 milhões de impressões de audiência de rádio de rock, um aumento de 5 por cento, na semana que terminou em 18 de novembro, de acordo com a Nielsen Music.

Depois de atingir o 8º lugar em agosto de 2015 com 'Cut the Cord', os quatro singles subsequentes de Shinedown alcançaram o top 13 do Rock Airplay, mas não conseguiram chegar ao top 10. Durante esse período, o Foo Fighters conquistou quatro top 10.

'Get Up' está se aproximando do primeiro lugar da parada Mainstream Rock Songs, alcançado o segundo lugar. Caso chegue ao topo da lista, se tornará o 13º No. 1 do Shinedown, colocando a banda em um empate com o Van Halen como a segunda banda com mais No.1 em 37 anos de história da parada, o Three Days Grace, é a única banda com 14 singles No.1.

'Attention Attention', o sexto álbum de estúdio do Shinedown, estreou em primeiro lugar na parada Top Rock Albums de 19 de maio.

Brent Smith e Zach Myers participam de caminhada em prevenção do suicídio

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Slideshow - Fotos por Christopher Smyth
No sábado passado, aconteceu em Washington, DC, no Lincoln Memorial, a 12ª Caminhada Comunitária Anual de Washington - Out of the Darkness realizada pela Fundação Americana em Prevenção do Suicídio (AFSP) com a participação de Brent Smith e Zach Myers. Os membros da banda se juntaram ao grupo One More Light da rádio DC101 e além de participar da caminhada, fizeram uma pequena apresentação acústica.

Em entrevista ao site Parklife DC, Zach Myers falou o quão importante foi estar presente num evento como esse, músicas da banda sobre superação e turnê com o Papa Roach e Asking Alexandria que acontecerá em 2019.

Leia abaixo:
Chris Smyth: Vocês fazem parte de uma banda grande. Poderia assinar um cheque. Por que foi tão importante estar aqui fisicamente?
Zach Myers: O suicídio me tocou de várias maneiras. Pessoas que eram nossos como nós, Chris Cornell, Chester (Bennington do Linkin Park), pessoas assim se suicidaram. Meu primo se suicidou quando eu tinha 14 anos. Isso mudou minha vida para sempre. É algo que eu ainda penso, isso muda minha vida todos os dias. Fui uma criança que sofreu bullying e nunca tive esses pensamentos, sinto que posso me dedicar a pessoas que tiveram esses pensamentos. Nunca passou pela minha cabeça, mas está na minha família e abalou minha família. Então, foi muito importante aparecer e fazer parte disso. Escrever um cheque é fácil. Vir aqui e fazer parte disso e estar com essas pessoas que foram afetadas por isso é uma das coisas mais importantes que você pode fazer.

CS: Você mencionou ter sofrido bullying. E vocês têm uma música chamada “Bully”, “Unity” e agora “Get Up”, músicas que falam sobre adversidade, desespero e superação. Por que esses são assuntos em grande parte da sua música?
ZM: Nós passamos por isso. Nós escrevemos músicas sobre que vivenciamos. Nós nunca fomos uma banda de festa, então nós não escrevemos músicas de festa. Queremos escrever músicas que vivem para sempre. Queremos escrever músicas que as pessoas possam fisicamente e mentalmente entrar em seu ser, e isso se tornar parte de suas vidas. As pessoas dizem “obrigado por escrever essa música, isso realmente me ajudou”, mas nós escrevemos a música porque ela também nos ajudou.

CS: Finalmente, para mudar de assunto, você acabou de terminar uma turnê e anunciou uma nova. O que os fãs podem esperar da nova turnê?
ZM: Vai ser um grande show. Estamos trazendo o Papa Roach e o Asking Alexandria também. Estamos super ansiosos por isso, nós sempre ficamos. Vamos trazer muita coisa e iremos nos divertir um pouco. E nós teremos um set mais longo. A turnê de co-headline tem sido ótima, mas fazer uma turnê em arenas é muito divertido porque você pode tocar um set mais longo, então estamos ansiosos para isso.

Depois de terminar a caminhada, Brent e Zach fizeram uma apresentação acústica de três músicas. Em um palco à sombra do Lincoln Memorial, Zach Myers afirmou que “provavelmente, este é o lugar mais legal que eu já toquei guitarra”. Duas das músicas tocadas, “Unity” e seu último single “Get Up” contêm letras de como lidar com a adversidade e superá-la, uma mensagem que ressoou com a multidão, pois muitas pessoas podiam ser vistas chorando enquanto ouviam as músicas e refletiam sobre os entes queridos que haviam perdido. A terceira música, o cover de “Simple Man” não foi planejada, mas como Brent afirmou, estava sendo tocada por conta do pedido de uma participante da caminhada, Lisa e seu filho.
Sobre a Out of the Darkness:
Quando você anda com a Out of the Darkness, você faz parte da iniciativa de centenas de milhares de pessoas para aumentar a conscientização e os fundos que permitem que a Fundação Americana para Prevenção ao Suicídio (AFSP) invista em novas pesquisas, crie programas educacionais, defenda a política pública e apoie sobreviventes da perda por suicídio (sobreviventes são todas as pessoas afetadas por um suicídio como familiares e amigos).

Graças as pessoas que caminham e aos doadores, como você, o AFSP conseguiu estabelecer uma meta para reduzir a taxa anual de suicídio em 20% até 2025.
Informação publicada na página do evento

Votação: 21º especial Música Destaque

Estamos realizando em nossa página no Facebook, a votação do nosso 21º especial Música Destaque!
Se você ainda não conhece, o Música Destaque é uma exclusividade do nosso site, o qual é realizado com os singles lançados da banda e em momentos comemorativos, publicamos as curiosidades das músicas que não foram lançadas como single. Em 20 especiais publicado até o momento, já temos curiosidades de 25 músicas. Para conferir todos os especiais, clique aqui.

Para o 21º especial, fizemos uma votação inicial com os singles que ainda não publicamos as curiosidades (excluindo o single atual 'Get Up' da lista), e em uma escolha aleatória para as enquetes, tivemos: 'Save Me' vs 'State of My Head' e 'I'll Follow You' vs 'Adrenaline', e os fãs escolheram para a enquete final: 'Save Me' vs 'I'll Follow You'.

Vote em nossa página no Facebook: 
Clique na imagem (ou aqui) para ser redirecionado

Zach Myers fala sobre o single 'Get Up' e passado da banda

Em recente entrevista ao Two Doods Reviews, Zach Myers falou sobre o novo single, 'Get Up', momentos difíceis passados ao lado do vocalista, Brent Smith, o lado obscuro do álbum 'Amaryllis' e alguns aspectos de ser um músico em turnê.

Sobre o novo single da banda, Get Up, que foi inspirado pela batalha contra a depressão do baixista Eric Bass:

Nós começamos a escrever da mesma maneira que sempre fazemos e quando 'Get Up' apareceu isso meio que abriu essa porta. As músicas do Shinedown sempre são muito verdadeiras e isso é algo que nós nos orgulhamos, mas ao mesmo tempo eu não sei se já escrevemos sobre uma ferida aberta assim, quer dizer, falar sobre nós mesmos e alguém tão próximo da banda. Sempre escrevemos sobre nós mesmos, mas dessa vez pareceu diferente. Foi pessoal como se estivesse desistindo de sua ambiguidade de quem você é mesmo. Você sempre tenta se sentir invencível de certa maneira, mas com isso, quando as letras surgiram, realmente pareceu tudo bem escrever sobre qualquer coisa. Acho que esse foi meio que um ponto de partida pra onde o álbum iria... Todos na banda tem algo que é preciso lidar. Não querendo ser brega sobre isso, mas é a verdade. Eu acho que é meio de onde a música veio e isso acabou colocando o álbum em um caminho até o fim.
Sobre as lutas no passado do vocalista Brent Smith:

Ele engordou em 2008 e durante todo o ano de 2010, ele estava bebendo muito nessa época. Para nós passarmos por isso foi, estranho, foi o nosso maior álbum. É muito estranho a maneira que aconteceu, mas na época que estava acontecendo, tudo parecia bom. O pior para mim foi em 2006 e 2007. De 2008 a 2010, ele estava bebendo muito e foi um pouco duro para nós... Estávamos praticamente assistindo aquilo acontecer - assistindo o acidente de carro em câmera lenta. Então, 'Amaryllis' aconteceu... Foi um álbum muito obscuro de se fazer, por isso muitos de nós não gostamos de falar muito dele... A criação desse álbum não foi divertida para ninguém envolvido. É um lugar estranho de estar... as pessoas dizem que "grande sofrimento faz uma grande arte", mas eu gostaria que não fosse assim. Antes da turnê de 'Amaryllis', nós iriamos nos sentar e ter uma reunião de 30 minutos. Estávamos no caminho para os ensaios e íamos ter uma reunião de 30 minutos, e isso acabou sendo uma reunião de 6 horas. Foi tipo 'Some Kind Of Monster' do Metallica, nós meio que gostamos de deixar tudo sair, chorar e gritar um com o outro. Foi muito profundo e reflexivo... nunca foi malicioso... Às vezes quando você tem conversas assim, acontece de você falar algo sobre alguém e então, ela vir e dizer "Bom, você fez isso"... Mas não foi assim, todos deixaram as pessoas falarem o que tinham a dizer e depois tiveram a vez de falar o que precisavam dizer. Acho que esse foi o catalisador... Depois disso, tem sido tranquilo viajar.
Sobre o aspecto mais difícil de ser um músico em turnê:

Estar sozinho é uma... É muito bom na nossa banda, porque estamos em um nível que, se quiséssemos ter nosso próprio ônibus, poderíamos facilmente. Nós quatro sempre andamos juntos, provavelmente sempre iremos! Realmente gostamos muito disso, isso provavelmente nos deixa menos solitários. Nós nos damos bem, gostamos muito de estar perto um do outro, mas isso não muda o fato de que temos filhos e esposas. Agora, para mim, é difícil, porque eu tenho um filho de dois meses, então minha esposa não vem conosco. Quando ela vem,  eu pego um ônibus só para nós, um ônibus de família, é muito divertido! Brent vem comigo no ônibus ou vai em um antes com seu filho. A família de Barry já foi embora. A esposa do Eric também. Essas são coisas que você sente falta. Ver a família de Barry vir por dois dias e então ele ter que dizer adeus... Ele tem uma filha de 7 anos de idade. Essas coisas são duras, mas ao mesmo tempo, sabemos porque estamos fazendo isso. Nos divertimos aqui. Minha esposa me acalma muito. Vou ser franco, eu não consigo mais fazer isso. Minha esposa diz '"Escute, você sabe que está fazendo isso porque você ama e está cuidando da sua família.'" Ela é uma santa, isso me ajuda muito.
Sobre a banda "encontrar o seu caminho":

Às vezes isso demora um tempo... Acho que nós eramos uma banda totalmente diferente em 'Sound of Madness' do que éramos nos dois primeiros álbuns. Eu acho que 'Sound of Madness' foi quando paramos e descobrimos o que deveríamos estar fazendo.

Brent e Zach realizam apresentação acústica em Nova York

Ontem, Brent Smith e Zach Myers estiveram na loja Record Archive em Rochester, NY, para realizar uma apresentação acústica e responder algumas perguntas enviadas por alguns fãs para a rádio 94.1 The Zone, a qual organizou o evento, deu ingressos e meet and greets para as 50 primeiras pessoas que chegaram ao local.

Segundo publicações nas redes sociais da loja e de um fã que compareceu ao evento, algumas das músicas apresentadas foram 'I'll Follow You', '45', 'Call Me' e 'Get Up'.

Confiram as publicações:
I'll Follow you (completa) e Q&A


Trechos de 'Get Up' e '45':

I'll Follow You:

45:

Call Me:

Documentário: A Backstage Pass

Hoje, o Shinedown publicou em seu canal no YouTube, um documentário de 11 minutos sobre a vida em turnê da banda gravado e editado pelo Sanjay Parik. A banda comenta sobre o single 'Get Up' e os fãs, seus rituais pré-show e o que gostam de fazer nos dias de folga.

Vídeo:

No vídeo, os membros da banda comentam sobre o single 'Get Up', assim como a reação dos fãs durante o show ao ouvirem a música ao vivo.

Sobre os rituais pré-show, além de realizarem o treino juntos e irem ao meet & greet
Zach: Gosta de receber uma massagem;

Eric: Falar e cumprimentar toda a equipe da banda;

E em primeiro lugar para todos da banda, o famoso Doo-Doo-Time que acontece 1 hora antes de cada show.

Dias de folga
Barry: Gosta de visitar locais de comida tipica e cervejas, locais históricos como museus e parques, entre outros.

Eric: Disse que "não tem vida fora do palco" e não tem nada em particular que goste de fazer;

Brent: Tenta não falar e aproveita para fazer coisas online, também tem feito algos designs de palco para 2019, mas em geral, não costuma ter um hobby, além disso, costuma falar com o seu filho, Lyric, via o aplicativo Face Time ou passar um tempo com ele quando estão na mesma cidade.

Queremos! Shinedown no Brasil

Gostaríamos de iniciar hoje, uma campanha para trazer o Shinedown ao Brasil no ano que vem pela turnê do álbum, 'Attention Attention' e para isso, esperamos contar a participação de todos vocês.

Escolhemos o site Queremos! para realizar os pedidos, uma plataforma global de eventos que nos permite pedir shows e saber em quais cidades a banda está recebendo o maior número de pedidos. O Queremos! tem mais de 2 milhões de fãs que já geraram mais de 4 milhões de pedidos para mais de 6 mil artistas verificados, contribuindo para realizar mais de 3 mil eventos pelo mundo.

Veja como é fácil de participar:
1. EU QUERO
Acesse a página (clique aqui) e clique no botão "EU QUERO" para mostrar à banda que você quer vê-la na sua cidade, você pode usar a sua própria conta do Twitter ou Facebook.

2. Compartilhe e convide seus amigos
Ao realizar o seu pedido, aproveite para compartilhar e convidar os seus amigos a fazerem o mesmo, pois quanto mais pedidos, melhor!

3. Acompanhe
Se a campanha por pedidos for um sucesso, você ficará sabendo e ainda poderá ter acesso a pré-venda de ingressos, promoções e conteúdo exclusivo.

*DICA
Para termos mais chances de ter sucesso na campanha, atualize sua cidade para a capital mais próxima (clique aqui para acessar o perfil), pois se concentrarmos os pedidos nas principais cidades do Brasil, teremos uma chance maior do que se tivermos os pedidos em diferentes cidades.

Brent Smith participa do álbum em tributo ao Muscle Shoals

Recentemente, Brent Smith realizou o cover de "Mustang Sally" (Wilson Pickett) para o álbum 'Muscle Shoals: Small Town, Big Sound', tributo ao lendário estúdio, Muscle Shoals, que também contou com a participação de nomes como Steven Tyler, Alan Jackson, Grace Potter e outros.

Em entrevista ao site No Depression, o vocalista comentou como foi essa experiência, relembrou sua infância, suas influências musicais e também falou do atual single do Shinedown, 'Get Up'.

Leia abaixo:
Eu tenho que admitir que quando eu li que você escolheu “Mustang Sally”, eu fiquei surpreso porque é uma música tão frequentemente regravada, mas você não apenas entregou uma versão espetacular, como também conseguiu torná-la nova. Como você regravou uma música tão familiar e amada, e encontrou o equilíbrio entre homenagem e novidade?
Uma coisa que me ajudou, foi que eu não sabia muito sobre Wilson Pickett. Claro, eu conhecia a música, mas não mergulhei na história da música e em todas as diferentes versões dela. Meu pai mudou meu ponto de vista sobre música quando eu tinha 14 anos, porque ele me deu uma fita - quando os cassetes ainda existiam - de um cara chamado Otis Redding. Otis abriu a porta para o meu conhecimento do soul e R&B. Ele me fez conhecer Sam Cooke, Percy Sledge e Marvin Gaye, e então eles me levaram para Ella Fitzgerald, Nina Simone e Billie Holiday. Então, mesmo que eu ame soul e cantores do gênero, eu não tenho tanto conhecimento da música de Wilson Pickett. Então, quando surgiu a oportunidade de ir ao Muscle Shoals com Rodney Hall (o produtor da gravação), eles descobriram que eu tinha uma folga para ir à Alabama e gravar a música. Quando cheguei lá, havia apenas quatro músicas que Rodney queria que eu considerasse. Como eu não sabia tanto sobre “Mustang Sally” tanto como eu conhecia as outras músicas - uma era “Main Street” de Bob Seger - eu escolhi essa, porque eu percebi que ela apresentava uma oportunidade para gravar algo novo. Além disso, eu sabia que alguns dos músicos desse álbum estavam na gravação do Wilson Pickett. Então, isso tornou realmente emocionante.

Haviam cerca de quinze pessoas naquela pequena sala quando gravamos. Os únicos overdubs eram os vocais de apoio das três senhoras maravilhosas. A gravação teve uma certa energia, mas eu também lhe direi isso - acho que parte da minha privação de sono também ajudou. Eu estive na Europa por três semanas promovendo o novo álbum do Shinedown. Voei de Madri para Nashville e fui dormir por cerca de cinco horas. Na manhã seguinte fomos direto para Muscle Shoals. Nós entramos no Fame Studios e foi tipo, “Tudo bem, vamos lá".

Então, nós realmente fizemos duas versões. As primeiras tomadas foram muito próximas da original. Nós estávamos trabalhando no mesmo ritmo. Então eu quis parar. Eu fui muito respeitoso, mas depois eu disse: "Vamos fazer algo um pouco diferente. Vamos tentar torná-lo um pouco mais atual. Vamos dar uma pitada de alguma modernidade e um pouco mais sexy". Então, diminuímos o ritmo. E foi isso. Nós tivemos duas versões diferentes.

Agora, isso nunca teria acontecido se Rodney não tivesse me falado: "Faça do seu jeito". Eu senti que isso foi uma permissão para retrabalhar essa música clássica, outra coisa que ele fez foi tirar o microfone da cabine de vocal e colocá-lo no centro da sala. Então, ele disse: "Se você precisar de um pouco de inspiração, olhe para cima e para a esquerda".

O que eu vi, foi um retrato de Wilson Pickett durante a sessão de gravação de “Mustang Sally”.



Eu usei a palavra "nova" exatamente porque essas qualidades individualistas e modernas são audíveis em sua versão. Falando mais amplamente, você mencionou ter conhecido a música soul ainda quando menino. Qual você diria que é a conexão entre o Shinedown e o R&B?
Quando eu era adolescente, eu estava ouvindo muito Rock'n'Roll e fiquei muito interessado com punk e metal. Um dia, meu pai entrou no meu quarto quando Sex Pistols estava tocando, e me disse: “Brent, você pode abaixar?”, eu disse: “O quê?”, ele gritou: “Você pode abaixar?” e me lembro que ele disse: “Não tenho ideia do porquê essas pessoas estão tão zangadas, mas posso apreciar sua paixão. Mas me deixe mostrar algo diferente, e por favor, apenas tente ouvir”. Ele me entregou aquela fita de Otis Redding que eu mencionei. Meu amor por isso foi instantâneo. Eu nunca tinha escutado esse tipo de convicção em um vocal antes. E isso me levou a tantos outros cantores, especialmente aqueles cantores de soul profundo com padrões vocais bombásticos.

Então, se você ouvir a minha banda, você pode ouvir mais a parte da música soul em mim nos dois primeiros álbuns do Shinedown. Eu ainda estava procurando pelo meu som e finalmente comecei a me adaptar à minha técnica e confiança no terceiro álbum. Eu pensei que tinha alcançado a convicção de cantar de um lugar real.
Quero enfatizar essa palavra - "convicção". Como você segura uma nota em particular? Como você planeja através de diferentes padrões vocais?

Eu aprendi a cantar com convicção da alma. Aqui está o melhor exemplo de convicção em um cantor: Até hoje, posso colocar Billie Holiday e sentir que ela está cantando para mim. Mesmo que o estilo seja diferente, tento invocar essa mesma paixão com o Shinedown.

É um privilégio e eu me sinto muito sortudo, porque eu sabia que queria ser cantor quando tinha doze anos e nunca mudei. Eu apenas trabalhei mais e mais nisso.

Falando de convicção, que apresenta uma boa transição para falar sobre o último single de Shinedown, "Get Up". Trata-se de doença mental e superação da depressão, um tópico oportuno e atemporal, e está tendo um impacto significativo na vida de muitas pessoas. Como você acabou escrevendo e gravando a música?
O processo para o álbum começou no ano passado e nós nunca falamos sobre ter um produtor, porque eu sabia que Eric Bass, nosso baixista, produziria o álbum. Eric é muito mais que nosso baixista. Ele tem uma voz fenomenal - quero dizer, tom perfeito. Se ele ouve alguma coisa fora do normal, isso o deixa louco. Além de tudo isso, ele sempre foi engenheiro e produtor, mas esta é a primeira vez que ele fez um álbum inteiro. Ele não apenas produziu, mas também projetou e mixou.

Eu passei 129 dias com ele no ano passado em Charleston, Carolina do Sul, e porque “Get Up” é tão significativa, e como foi escrita, foi porque ele tinha uma parte principal no piano que estávamos guardando. Enquanto estávamos escrevendo a parte de piano, houve um zumbido e isso estava o deixando louco. Então, nós desmontamos todo o piano e colocamos tudo de volta para nos livrarmos desse zumbido. Em nosso Instagram, se você voltar longe o suficiente, poderá ver um vídeo de Eric desmontando o piano e explicando: “Estamos trabalhando em uma nova música e precisamos desmontar o piano para fazer isso, então você poderá ouvi-la”.

Aquela música em que estávamos trabalhando se tornou "Get Up".

A parte principal que ficou foi a letra. Normalmente, com letras, se eu não conseguir em 24 horas, eu continuo. Então, se passaram onze dias. Eric estava tão frustrado, porque eu ainda não tinha a letra. Ele me disse para seguir em frente e esquecer, e eu disse: “Dê mais um dia”. No dia seguinte, liguei para ele e finalmente tinha a letra.

Em vez de ler as letras, cortei a música. Levou seis horas - a parte vocal inteira, as harmonias, tudo. No dia seguinte ouvimos a música e eu disse: “Eu absolutamente amo isso”. Ele disse que também, e então eu perguntei: “Você sabe do que se trata?”.

Ele disse: “Sim, eu sei do que se trata. É sobre mim".

Eu estava com medo de que, ao escrever essas letras, eu cruzasse uma linha com ele em nossa amizade, nosso amor e apreciação um pelo outro. Aqui está a coisa interessante e corajosa sobre Eric: Ele não estava bravo comigo, mas ele disse: "Agora que cruzamos a linha, vamos remove-lá".

Então, “Get Up” foi a primeira música para o conceito que definiria todo o álbum. É o que faz 'Attention Attention' um álbum de história - a história de alguém lidando com depressão e encontrando forças para superá-la. "Get Up" tem quatro minutos em uma história de 51 minutos.

E é o ponto de virada da história. Certo?
"Get Up" é o momento no álbum em que o indivíduo começa a recuperar sua confiança e recompõe sua vida.

Como você descreveria a resposta para “Get Up”?
Na verdade, foi a experiência mais maravilhosa da história da banda, por causa do quão sincero e rápido que está acontecendo. Não é só nos Estados Unidos, mas em todo o mundo. Dois meses após o lançamento do álbum, "Get Up" já tinha mais de três milhões de visualizações no YouTube e, nos comentários, havia uma incrível comunidade de pessoas falando sobre o quão relevante e importante a música era para elas. Muitas pessoas nos disseram que a música entrou em suas vidas no momento perfeito e isso lhes deu uma esperança real. É sobre algo real. Não é sobre dinheiro, fama ou imagem. É algo que veio de mim e do Eric, porque é baseado em nossa experiência e, por causa disso, é uma música que permite que pessoas que têm ansiedade e depressão saibam que não estão sozinhas.

É também uma música que, eu espero, faça iniciar uma conversa sobre como há uma diferença entre ter um dia ruim e ter um desequilíbrio químico. Muitas pessoas acreditam que alguém que sofre de depressão pode simplesmente "superar isso".

O que é realmente corajoso e inspirador sobre Eric, e eu vi de perto, é que ele tem uma maneira de falar sobre depressão que permite que outras pessoas se abram sobre o que estão passando. Isso é importante, porque para todos os progressos que fizemos, ainda é verdade que a maioria das pessoas com doenças mentais não vão falar sobre isso, porque temem que elas sejam ridicularizadas ou vão sentir constrangidas e com vergonha.

Uma das tarefas mais importantes que a arte pode realizar é o encorajamento da conversação. Pode provocar perguntas e exploração de tópicos que muitas pessoas preferem ignorar.
Sim, e não queremos começar uma discussão com "Get Up". Queremos que as pessoas aproveitem suas vidas. Nem sempre vai ser fácil, mas mesmo quando os tempos são difíceis, não deixe para trás seu senso de compaixão. Então, com 'Attention Attention', estamos tentando dizer às pessoas: “Vocês vão fracassar, mas vocês não serão definidos pelos seus fracassos. Vocês serão definidos por terem se recusado a desistir".

Pearl Drums: Barry Kerch relembra sua história e apresenta sua bateria

A Pearl Drums, publicou em seu canal do YouTube, um vídeo em que o baterista, Barry Kerch relembra como começou a tocar bateria (aos 7 anos de idade), como entrou no Shinedown e apresenta seu kit de bateria 'Music City Custom Series', personalizado para turnê do novo álbum, 'Attention Attention', junto com seu técnico de bateria, Mark Bennett.

Confira:

Eu sou Barry Kerch, baterista do Shinedown, e esse é o meu técnico de bateria, Mark Bennett, também conhecido como MBZ. No momento, estamos em turnê co-headliner com o Five Finger Death Punch, estamos na Arena Bridgestone em Nashville, Tennessee, são nove shows no total e depois iremos para a Europa, tocar em festivais em divulgação ao nosso novo álbum, 'Attention Attention' que foi lançado há dois dias.

Eu comecei a tocar bateria quando tinha sete anos de idade e minha avó materna me ajudou a ter o meu primeiro air drum, eu me comprometi a aprender as noções básicas e toquei por uns 2, 3 anos até ter meu kit de bateria.

Marchei nos dois primeiros anos da faculdade até quando eu quis me tornar um profissional, eu esperei o sonho, tive uns trabalhos e toquei em bandas covers, e então teve uma pequena audição para um cara chamado Brent Smith, eu estava em Jacksonville, Flórida, trabalhando como biólogo e fiquei sabendo dessa audição e o resto é história... Já passaram 20 anos depois disso e o Shinedown está ótimo.

Shinedown anuncia turnê com Papa Roach e Asking Alexandria

Na sexta-feira, a banda divulgou que iria realizar um anúncio muito especial em sua página no Facebook e então, foi revelado que o Shinedown realizará um turnê com as bandas Papa Roach e Asking Alexandria nos Estados Unidos, do dia 20 de fevereiro de 2019 até dia 20 de março de 2019.

Poster oficial:

Shinedown

  • Brent SmithVocal
  • Eric BassBaixo / Vocal
  • Zach MyersGuitarra / Vocal
  • Barry KerchBateria