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Zach Myers fala sobre paternidade, carreira, turnê e mais

O site The Aquarian realizou uma entrevista com o guitarrista Zach Myers que falou sobre o seu primeiro filho, Oliver Levon, início da sua carreira como guitarrista/compositor, atual turnê Carnival of Madness, processo de gravação do álbum 'Threat to Survival' e mais.

Confira a tradução:
Eu aprecio o tempo que você tirou para falar comigo hoje. Eu sei que vocês estão ocupados em turnê...
Desculpe o atraso. Tivemos uma reunião da banda ... Nós nos damos muito bem, como, provavelmente, mais do que qualquer banda que eu já vi, mas temos estas reuniões uma vez, talvez, a cada dois anos, em possamos resolver tudo, como juntar tudo o que quer jogar fora. Isso é o que estávamos fazendo, peço desculpas por isso.

Completamente compreensível, não há problema. Então você teve um bebê recentemente, parabéns!
Muito obrigado. É a coisa mais emocionante que eu já fiz. Meu bebê está aqui comigo agora. O que é louco, meu filho, Oliver, dorme muito... ele é o melhor menino no mundo. Ele vai para a cama às 11 horas e dorme até 10 horas da manhã. Ele é bastante surpreendente. Eu sou muito calmo e ameno temperado, e minha esposa é o mesmo, então eu acho que ele conseguiu isso de nós. Nossa casa não é barulhenta, não temos costume de receber visitas. Então, ele está descansando o tempo todo.

O Brent te deu algum conselho sobre a paternidade?
Brent e Barry, ambos me deram bons conselhos como pais. Os dois são pais. Eles tinham vários conselhos. Eu acho que o melhor conselho é apenas para aproveitar. Estamos na estrada e temos sorte de ter proporcionado a nós mesmos este luxo de ser capaz de ter as nossas famílias por tanto tempo assim. Neste verão, eu vou ter o meu próprio ônibus onde estarei com a minha família. Por isso é bom ter isso, mas quando ele não está comigo, eu definitivamente sinto falta. FaceTime é um salva-vidas.

Você cresceu em Memphis, quando foi que você escolheu a guitarra?
Eu escolhi a guitarra quando eu tinha 13 anos. Eu ganhei uma guitarra no meu aniversário de 12 anos, mas eu realmente não toquei. Eu comecei a tocar.... Quando estava em torno de 13, e depois tive o meu contrato de gravação, quando eu tinha 14 anos.

Altamente incomum ter um contrato de gravação com essa idade, não é?
Quero dizer, eu não sei como é incomum... Eu acho que não um monte de gente teve (risos). Mas vou dizer que foi provavelmente a única coisa na minha vida eu tive meio rápido. Eu não era muito bom em qualquer outra coisa. Eu fiz Tae Kwon Do, Karate e coisas como uma criança... Eu jogava beisebol e basquete, mas esta foi a única coisa que consegui rápido, definitivamente me senti tendo um chamado.

Quando é que a composição começou para você? Foi difícil levar a sério com essa idade?
Eu tinha uma carreira fazendo isso, mas eu definitivamente não teria olhado para mim como um compositor na época. Acho que fui mais que apenas um garoto que queria tocava guitarra, porque naquela época você tinha todas essas crianças... você teve Jonny Lang, Kenny Wayne Shepherd, você tinha todas essas crianças que estavam fazendo a mesma coisa que eu estava fazendo. Eu era uma das últimas crianças a fazer isso, então eu definitivamente me olhei como compositor como eu faço agora. Eu estava mais como... eu escrevia... mas eu não era um compositor. Comecei a compor, de verdade, muito mais tarde. Provavelmente aos 19 anos, é quando eu queria sair e começar a escrever músicas.

Então, você está em turnê com o Carnival of Madness e você também tem seus projetos paralelos que são mais discretos. Você prefere os locais menores, ao contrário dos grandes locais que toca, ou vice-versa?
Sim, eu amo os dois. Tenho tudo que eu preciso de ambas. É... com Shinedown você começa o grande show, os grandes momentos, você tem a pirotecnia, e então quando nós começamos a fazer um show acústico, é muito íntimo. Sou eu, Justin, Zack e Chris Allen. É bem calmo. É mais como bar em estilo de casa de café, com 300-500 pessoas, e na maioria das vezes nós começamos a tocar sentados. É quase como um contador de histórias com um show acústico... que é exatamente o que é. É muito bom para chegar a contar histórias e cantar músicas que não consegue fazer em um show do Shinedown. Há um monte de músicas Shinedown que não toco ao vivo que são algumas das minhas favoritas que eu costumo apresentar.

Quais são as suas favoritas para tocar ao vivo?
Com Shinedown, ultimamente, tem sido "I’ll Follow You"... Tem sido muito divertido e alguns dias nós colocamos "Amaryllis" na setlist, e tem sido muito divertido, também.

Agora, você foi capaz de equilibrar seus projetos paralelos com as exigências da Shinedown...
É, obviamente, Shinedown vem em primeiro lugar, e quando eu faço a outra coisa no sentido contrário, acaba existindo um equilíbrio. É acústico, super descontraído e tão diferente do que fazemos com o Shinedown. Então, sim, ele só acrescenta este outro aspecto a minha vida. Eu ouço mais estilos além do Rock. Eu escuto mais cantores e compositores. Basicamente, eu ouço mais James Taylor do que eu fazer qualquer outra coisa. Então, isso chega a deixar as duas coisas bem divertidas para mim. Isso é uma bênção.

Quais guitarrista/cantores e compositores você ouve?
Cantores e compositores... tem esse garoto Noah Gundersen, que eu gosto muito, e acho que Rob Thomas do Matchbox [20], que é um amigo meu, é provavelmente um dos melhores compositores desta geração... mesmo com Adam Duritz do Counting Crows. Os guitarristas sempre foram Stevie Ray Vaughan, Hendrix, Freddie King, B. B. King... são meus quatro primeiros, com certeza. Eu costumava ouvir Blues.

Você consegue se lembrar de um momento específico que você percebeu que estava na estrada e pensou: "Uau, isso é muito legal"?
Nós tocamos "Amaryllis" na Rússia e essa música... o faz sentir Espírito Santo entrando em você, às vezes.... tipo, eu senti isso porque a platéia estava muito empolgada. Foi uma daquelas coisas assim. Eu acho que há momentos em que a platéia pode trazer para fora a música em você, você sabe o que quero dizer? Você não tem que estar tocando. Você pode talvez estar cansado de tocar a música, e a platéia faz com que você volte a ter uma apreciação por ela.

Estão falando que Lzzy Hale é uma ótima cozinheira. Ela tem preparado alguma refeição no ônibus de turnê para vocês?
(Risos) Eu nunca tive uma refeição feita pela Lzzy Hale... Eu não sei. Barry é um ótimo cozinheiro também, então estou entre os dois -- e eu cozinho muito em casa e Eric também.Temos um chef aqui, quando estamos em turnê e nossa própria empresa de catering, teremos coisas na cozinha todos os dias talvez por isso que ela e Barry podem chegar lá e fazer como um episódio de Chopped ou algo assim (risos).

Você pode falar um pouco sobre o processo de gravação de 'Threat to Survival'?
Sim... foi o mais divertido que já tivemos, e eu não estou dizendo isso... porque cada vez que alguém lança um novo álbum, fala "Oh, é o nosso melhor álbum." Isso realmente foi o mais diversão que já tivemos. Nós todos não estávamos no mesmo local. Tivemos quatro produtores diferentes, então Barry esteve em um estúdio trabalhando em uma música totalmente diferente ou conjunto de músicas, e então eu em outro estúdio fazendo guitarras. Foi muito bom ter isso, porque não estávamos todos sentados na mesma sala durante seis meses, fazendo escolhas, julgamentos... Então, sim, tivemos várias coisas muito agradáveis para fazer e ter esse tipo de espaço um do outro... e então você entrar e você ouvir o que Barry, Eric, Brent fizeram, "Uau, isso é realmente bom!"... Eu não estava lá para testemunhar isso e depois quando juntamos tudo, fica pronto. É incrível. Por isso, foi muito divertido neste aspecto.

Brent Smith comenta sobre a indústria da música

Em entrevista ao programa Whiplash da rádio KLOS-FM apresentado por Full Metal Jackie, o vocalista Brent Smith comentou sobre as mudanças da indústria da música, como ele se sente quando está sendo observado pelos fãs no show e sobre a relação que tem com a gravadora Atlantic Records.

Leia mais:
Perguntado se há alguma coisa que ainda o surpreende sobre a indústria da música depois de ter se envolvido no negócio por mais de duas décadas, Smith disse: "Eu tenho que ser honesto com você, não há muita coisa que mais me surpreende, eu realmente não atendo as chamadas mais, onde alguém fica no telefone comigo e diz: "Você está sentado? Não é mais necessário para mim."
Ele continuou: "Há sempre voltas e mais voltas, e você tem que aprender a ser tão positivo como você pode ser, porque a indústria pode ser muito, muito negativa, mas eu sempre penso sobre isso a partir do momento que me sinto com 15 anos no meio da platéia olhando para o artista que eu estou vendo, e eu ainda estou apaixonado por isso. E é isso que nós realmente tentamos fazer dia após dia - nos certificar de que estamos cuidando do nosso público cem por cento em todos os momentos ".

Smith acrescentou: "Eu tenho que ser honesto: no próximo ano, vamos completar 20 anos com a Atlantic Records, e eles são - e eu não estou dizendo isso só porque eu tenho trabalhado com eles por um longo tempo - eles são a gravadora mais incrível do mundo e que não é de boca para fora;. Quero dizer que algumas pessoas podem ter opiniões diferentes sobre o que eu disse, apenas com a indústria como um todo, mas sempre temos sido muito felizes em sermos vistos como artistas em primeiro lugar quando se trata de nossa gravadora".
Fonte: Blabbermouth

Música Destaque: Cut the Cord

Realizamos em nosso site, um especial chamado Música Destaque no qual publicamos curiosidades das músicas do Shinedown.

Os nossos especiais são realizados com os singles lançados da banda (somente duas vezes realizamos com as músicas que não foram lançadas como singles, sendo elas em nosso primeiro aniversário (2012) e e em uma edição de Natal (2013).

Como de costume, realizamos uma votação entre os fãs para escolher qual seria o próximo especial, a votação aconteceu em nossa página no Facebook, as opções foram os três singles lançados do álbum 'Threat to Survival', Cut the Cord, State of My Head e Asking for It, e os fãs votaram usando as reações. O single mais votado foi 'Cut the Cord' e reunimos neste post as informações a respeito do mesmo.

Confira:
'Cut the Cord' foi o primeiro single do álbum 'Threat to Survival', lançado no dia 29 de junho de 2015, foi também a primeira música da banda em três anos;
Foi o 9º single da banda a alcançar o No. 1 na chat Billboard Mainstream Rock;
A música foi produzida pelo baixista da banda, Eric Bass;
Foi escolhida como tema do evento produzido pelo WWE, Hell in a Cell em 2015;
A letra foi composta pelo vocalista Brent Smith e Eric Bass;

CD Single:
Tracklist
1. Cut the Cord
2. Black Cadillac

O clipe foi dirigido por Darren Doane que já trabalhou em outros clipes da banda como Devour, Sound Of Madness, Bully, Unity, Enemies entre outros:


Com exclusividade, o canal da revista Guitar World no YouTube publicou um vídeo em que Zach Myers, ensina como tocar a música na guitarra:


Antes de iniciar a turnê do álbum 'Threat to Survival', Brent e Zach realizaram a habitual turnê promocional, realizando apresentações acústicas em rádios/programas. Confira abaixo a apresentação realizada na rádio 98 Rock Baltimore:

Em entrevista ao site Billboard, o vocalista Brent Smith contou um pouco sobre o single:
'Cut The Cord' é um alerta nos lembrando de que todos nós podemos controlar nosso próprio destino, encontrando a coragem e tenacidade para destruir tudo o que quer que seja que esteja nos detendo. O processo pode não ser bonito, ou perfeito, ou mesmo fácil, mas é absolutamente necessário. A música é brutalmente honesta e sem remorso, que é o que o Shinedown sempre foi.
Os membros Brent e Zach gravaram um documentário sobre cada música do álbum 'Threat to Survival' e acabaram falando sobre a mudança em uma palavra no refrão da música:

Zach: Vamos falar sobre a segunda música do álbum 'Threat to Survival', nosso primeiro single, Cut the Cord.

Brent: 'Cut the Cord' é sobre qualquer coisa em seu redor que possa ser uma influência negativa, algo que o detém. A ideia por trás disso é que se isso não for algo bom para você, então, deveria cortá-lo. Para mim, eu acho que... eu falo pensando no meu passado com o abuso de substâncias, coisas dessa natureza e momentos que fiquei para baixo. Eu me mantia focado em ficar limpo porque era algo que eu tinha que fazer por mim. E se você ouvir a música, no refrão a letra diz 'Porque a agonia não traz nenhuma recompensa, para mais um acerto, uma última pontuação. Não seja uma tragédia' - me desculpe - 'não seja uma vítima, corte o cordão', eu não sei nem as minhas próprias palavras.

Zach: Tecnicamente, você disse "tragédia" na demo.

Brent: Sim, eu disse "tragédia" na demo. Mas, enfim, o que isso significa é, algo negativo em sua vida que estaria o detendo, não é uma coisa boa, então corte o cordão.
Capa para facebook:


Woodlands Journal: Resenha do show do Shinedown no Carnival of Madness

No próximo mês, o Shinedown realizará o seu primeiro show no Brasil por parte do Maximus Festival e como já era de se esperar, estamos contando os dias para esse show.

Atualmente, a banda em turnê pelo 'Carnival of Madness' nos Estados Unidos com o Halestorm, Black Stone Cherry, ambas confirmadas no Maximus Festival, além da banda Whiskey Myers.

Trazemos então, uma pequena resenha inspiradora realizada pelo Woodlands Journal sobre a apresentação do Shinedown no C.O.M realizada no dia 30 de julho.

Confira:
"O ódio nunca vai derrotar o ódio! A única coisa que pode derrotar o ódio, é o amor ", disse Brent Smith da banda Shinedown. Smith seguiu-se com "Deixe o mundo saber." Hoje, enquanto escrevo sobre essa experiência maravilhosa, vou fazer minha parte, deixando essa mensagem.

Tais palavras profundas foram consistentemente ditas por Brent Smith na noite passada durante a apresentação da banda no Carnival of Madness. "A vontade de viver sempre superará a capacidade de morrer", disse Brent Smith. Em nossos tempos de ódio que enfrentamos neste mundo, este homem se levanta e diz à milhares de pessoas ao mesmo tempo "vire para pessoa ao lado, diga 'Olá' e aperte a sua mão". "Hoje à noite nós somos todos uma família", afirmou Smith se dirigindo para o público.

As letras que Shinedown traz para seu show pode realmente nos inspirar em tempos difíceis ou tempos de medo. "Goodbye to my weakness, so long to regret" (Adeus a minha fraqueza, até logo para o arrependimento) letra de Diamond Eyes, também ajuda a refletir sobre a vida e em tempos onde você luta com olhar no espelho retrovisor, apenas siga em frente e seja forte, é a minha interpretação.

"The first step is the one you believe in, the second one might be profound" (O primeiro passo é o que você acredita, o segundo pode ser profundo) letra de I'll Follow You, me lembra, às vezes, que dar o primeiro passo em uma situação é tão difícil, mas uma vez que você o torna o segundo pode ser o melhor de sua vida, novamente apenas minha interpretação. Senti uma sensação de paz a partir de sua música no ar.
Vídeo:

NWA Online: Brent e Barry comentam sobre o Carnival Of Madness, rótulos da mídia e mais

O site NWA Online publicou recentemente uma matéria sobre o Shinedown como co-healiner do 'Carnival of Madness', festival que também conta com a participação das bandas Halestorm, Black Stone Cherry e Whiskey Myers, a qual inclui comentários dos membros Brent Smith e Barry Kerch a respeito da turnê, fãs, rótulos da mídia e mais.

Confira a tradução abaixo:
Qual seria a combinação de uma turnê com Whiskey Myers, Black Stone Cherry, Halestorm e Shinedown? Você pode chamar exatamente como soa - um "Carnival of Madness" (Carnaval de Loucura). A sexta edição anual da turnê começou na quarta-feira (20 de julho).

O Shinedown é composto por Brent Smith (vocal), Barry Kerch (bateria), Zach Myers (guitarra) e Eric Bass (baixo), que não são estranhos no "Carnival of Madness", a banda tem sido co-headliner do espetáculo de Rock em quatro das cinco apresentações anteriores nos Estados Unidos.

"Eu sempre imaginei o "Carnival of Madness" mais como um festival de música" diz Brent Smith, vocalista do Shinedown. "É uma celebração do Rock, onde as linhas entre o palco e público são apagadas - onde todos estão compartilhando este momento incrível, experimentando juntos verdadeiramente o poder da música Rock".

"Estamos muito felizes. Eu vejo [a diversidade] em todos os shows, todos os tipos de pessoas, todos eles estão lá para nos ver", explica o baterista Barry Kerch. "Eu acho que é porque fazemos música honesta. Nós não somos uma banda política; não pedimos para as pessoas escolherem um lado. Nossas músicas vem do coração e as pessoas podem relatar isso nos shows que vão. Nossa música abrange coisas que todos nós temos passado, de uma maneira ou de outra, não importa quem você é. Eu acho que as pessoas têm muito em comum do que as diferenças, quando você encontra a essência de quem somos."

O Shinedown tem sido mencionado como "rock melódico do sul", "pop metal", "metal alternativo" e "pós-grunge". Kerch parece não se importar com rótulos. "Eu acho que tudo deve ser rotulado. Você sabe, "aquele carro é vermelho"; ou "eles tocam Rock". Diferentes pessoas nos rotulam de formas diferentes. Temos sido rotulados como "Southern rock", talvez porque temos um pouco de sotaque do sul, mas não saímos por aí tocando as músicas do estilo de Lynyrd Skynyrd o tempo todo. As pessoas podem nos chamar do que quiserem. Eu acho que somos apenas uma banda de Rock 'n' Roll.

Não importa como eles estão rotulados, o Shinedown fez uma estreia impressionante nas chats com "Threat to Survival" - o quinto álbum de estúdio e primeiro da banda em três anos - chegou em quinto lugar na Billboard 200, enquanto estreava simultaneamente no topo "Álbuns de rock" e "Top Hard rock Álbuns" dos gráficos da Billboard.

"Threat to Survival" é o mais recente passo no estado constante de evolução da banda e os músicos estão prontos para sair e compartilhar a nova música com o mundo."

Qual é a próxima para os fãs?
"Cada um dos nossos álbuns são sobre onde estamos naquele momento. Eles são sobre o que estamos vivendo", diz Kerch. "As pessoas gostam de nos pedir para fazermos mais músicas como 'Leave a Whisper' ou 'The Sound of Madness', mas nossa música tem crescido conosco. Nós não temos mais 25 anos mais. Isso foi antes.

"Quando começamos a trabalhar em algo novo, a música virá daquilo que estamos sentindo no momento, do que estamos vivendo. E nós esperamos que nossos fãs continuem a nos deixar fazendo o que estamos fazendo e crescer junto conosco ou se juntar no passeio."
Fonte: NWAOnline

Shinedown participa de cover em homenagem a Lemmy

Durante o Hellfest realizado em junho, o Shinedown, Kiko do Megadeth/Angra e membros de várias bandas como Dragonforce, Atreyu, Halestorm, Amon Amarth, Brian Sagel entre outras gravaram um cover de "Ace Of Spades" (Motorhead) em homenagem a Lemmy Kilmister.

Confira:

Altpress: Zach Myers diz que a honestidade é a chave do sucesso da banda

 
Em entrevista à AltpressTV, o guitarrista Zach Myers, disse que a honestidade é a chave do sucesso da banda.

O guitarrista comentou que escrever sobre suas próprias experiências, em vez de questões alheias os mantêm firmes e seus fãs gostam.

Myers disse à Altpress:
É apenas sobre ser honesto. U2 é minha banda favorita de todos os tempos - a honestidade crua que me conecta com música. Então, quando fazemos música, nós escrevemos sobre nossas experiências.
Nós não somos do tipo, 'Oh, isso está na TV' - nós nunca fomos capazes de escrever sobre assuntos alheios. Eu acho que nossos fãs podem dizer que isso nos mantém honestos de quem nós somos.
Fonte: TeamRock

Shinedown apresenta 'Call Me' após 6 anos em show na Rússia

Desde 2010, o Shinedown não apresentava a música 'Call Me' (The Sound of Madness) em seus shows e durante a primeira passagem pela Rússia, a banda resolveu fazer essa surpresa aos fãs presentes em Moscou, que os surpreenderam mais ainda durante a apresentação.

Vídeo:


Fotos:

Vídeo oficial: Asking For It

Foi divulgado hoje, o vídeo oficial do terceiro single "Asking For It" do mais recente álbum "Threat to Survival", a premiere aconteceu com exclusividade na página oficial da banda no facebook e em nome da banda, o vocalista Brent Smith postou um texto comentando sobre o vídeo.

Confira:

Existem muitos elementos na criação de um vídeo do Shinedown. Então, o que decidimos fazer na mais recente versão do catálogo da banda foi ter o máximo de diversão possível. O vídeo de #AskingForIt é mais uma esquete do que um vídeo de música. Trabalhar com o amigo de longa data e diretor Darren Doane sempre é uma aventura. Nós queríamos fazer algo completamente diferente e original para o nosso público. Com a ajuda do nosso gerente da In De Goot Entertainmente a nossa gravadora, Atlantic Records, sentimos que tivemos que fazer isso... APROVEITE!!! - Brent Smith

Maximus Festival: Informações sobre ingressos e mapas

Hoje, o Maximus Festival, divulgou as informações sobre os ingressos para o festival e mapas do local. Como já informado, o festival acontecerá no Autódromo de Interlagos, no dia 07 de setembro e o Shinedown é uma das bandas confirmadas nas edições em São Paulo e Ciudad del Rock (Argentina). A banda se apresentará no palco Rockatansky com horário a confirmar e de acordo com a produção do festival, os shows que acontecerão no palco Maximus Rockatansky terão horários intercalados.

Ingressos:
A venda de ingressos começará no dia 23 de junho pelo site da Live Pass, o primeiro lote para pista, custará R$ 420,00 (inteira) e R$ 210 (meia), haverá também o setor Maximus Longe que inclui open ban de cerveja, água, refrigerante, finger food e estacionamento, no valor de R$ 800,00 (Valor do ingresso inteiro + taxa de serviço R$ 380,00) e R$ 500 (Valor de meio ingresso + taxa de serviço R$ 380,00).

Mapas:


Abertura portões: 11h00
Horário dos shows: Das 12h30 às 23h00


Maximus Festival: Informações gerais sobre o festival


Há uma semana, o Shinedown foi oficialmente confirmado como parte do line up do Maximus Festival e como divulgamos aqui, mais informações seriam divulgadas hoje, dia 27.
Seguem algumas informações gerais a respeito do festival e visite o site oficial, clicando aqui, para mais detalhes ou consulta do FAQ.
Lembrando que valores dos ingressos serão divulgados somente no dia 02 de junho, conforme informação do festival divulgada hoje.

Cashless
O festival adotará ainda o sistema Cashless, que integra o consumo de bebidas, alimentos e outros itens adquiridos na área do festival à pulseira de acesso, dispensando assim o uso de dinheiro e diminuindo o tempo do público em filas dentro do evento. O público deverá fazer uma recarga em sua pulseira antes do dia do festival (cargas poderão ser feitas ainda durante o evento, de forma online ou em caixas localizadas no local).
Em breve serão divulgadas datas, valores e meios para cargas e recargas, bem como todas as informações relativas ao funcionamento do sistema, pré, pós e durante o festival.
INFORMAÇÕES COMPLETAS NO DIA 2 DE JUNHO

Horário de Abertura dos Portões
11.00hrs

Horário de Shows 
Das 12.30hrs às 23.00hrs

Classificação 
Etária 16 anos. Menores de 16 anos apenas com pais ou responsáveis legais.

Quais são os tipos de ingressos disponíveis? 
Pista e Camarote.

Quantos ingressos posso comprar?
É permitida a compra de no máximo 4 ingressos por pessoa.

Informações oficiais: Maximus Festival em São Paulo e Buenos Aires


Hoje, foi oficialmente confirmado pelo Maximus Festival, a participação do Shinedown no line up!

No Brasil, o festival acontecerá no Autódromo de Interlagos em São Paulo, no dia 07 de setembro. E na Argentina, a Ciudad del Rock no dia 10 de setembro

O festival terá 3 palcos e o Shinedown se apresentará no Rockatansky, o qual terá Marilyn Manson e Bullet for my Valentine como headliner, além de Black Stone Cherry, Steve’n’Seagulls e Doctor Pheabes no line up.

As informações sobre ingressos serão divulgadas no dia 27 de maio.

Banner oficial:

Shinedown

  • Brent SmithVocal
  • Eric BassBaixo / Vocal
  • Zach MyersGuitarra / Vocal
  • Barry KerchBateria