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Clipe alternativo de I'll Follow You

Em comemoração ao "Dia dos Namorados", o Shinedown divulgou um clipe alternativo de "I'll Follow You".


"'I'll Follow You' é uma música sobre a verdadeira convicção e devoção. Representa tudo que é bonito na natureza humana. Então, em 2013, após o lançamento da música, nos propusemos a fazer um vídeo apaixonado, grandioso e ousado, eu digo explosivo, e foi exatamente isso que fizemos... Você nunca o viu, Haha. Oh, nós lançamos um vídeo épico, mas o que você não deve saber, é que filmamos dois vídeos para a música. Esse então, é o nosso presente para você, para todos os amantes, aqui está o nosso vídeo original nunca visto antes." - Shinedown

Shinedown começou a trabalhar em novo álbum


De acordo com Brent Smith, o Shinedown começou a trabalhar em um novo álbum de estúdio, o vocalista disse que o próximo lançamento da banda pode ser um álbum conceitual, o mesmo deve ser lançado em 2018.

"Quando estávamos em turnê com o Five Finger Death Punch - nos apresentamos em 36 cidades - e o nosso baixista, Eric Bass, ele instintivamente, escrevia uma música e gravava" disse Brent Smith em entrevista ao WGRD radio de Grand Rapids, Michigan. "Então, ele tem 22 músicas e eu ouvi 5 delas pela primeira vez. Eu não queria ouvi-las enquanto estava em turnê porque eu estava em uma mentalidade diferente, estava pensando apenas na produção do show. Mas sim, eu tenho muito trabalho a fazer, vamos pensar assim. Porque o que ele escreveu é bastante notável, acho que as pessoas poderão olhar para o primeiro álbum conceitual da banda.

Não posso garantir que todas elas estarão no álbum porque nós não fazemos isso há algum tempo, então é onde eu entro, tenho músicas muitas para ouvir. Em 'The Sound Of Madness' [2008] e 'Amaryllis' [2012] e até 'Threat To Survival', tivemos várias músicas... Nós todos estivemos juntos em uma sala e os conceitos foram retirados naquele momento. Então, eu estou realmente ansioso para isso, porque é inspirador e é legal que Eric tenha sido inspirado todos os dias e que você pode ouvir isso na música."

Ouça versões especiais de 'How Did You Love'

Foi lançado hoje (13), duas novas versões de 'How Did You Love', o single mais recente do álbum 'Threat to Survival'.  O Shinedown lançou um CD Single com as duas faixas, sendo elas as versões em acústico e piano da música.

Ouça abaixo:
Versão acústica

Versão no piano:

Disponível também:
Spotify - http://spoti.fi/2jMbZDI 
Apple Music - http://apple.co/2isgPUC 
Amazon - http://amzn.to/2jrEzqs 
Google Play - http://bit.ly/2jfa6Pa

Brent Smith ao site Billboard: "A música 'How Did You Love' é sobre entender e respeitar a sua própria mortalidade."

Em uma matéria publicada pela Billboard, Brent Smith falou sobre o novo single "How Did You Love". O vídeo do single foi divulgado oficialmente no dia 3 de outubro e o vocalista contou ao site sobre a inspiração para a criação do vídeo em conjunto com o diretor, Darren Doane.

Confira: 
O novo vídeo de "How Did You Love" do Shinedown se uniu através da circunstância inesperada por meio de uma visão artística compartilhada e um amigo comum.

Como o líder da banda Brent Smith conta à Billboard: "Eu estava em um lugar muito especial na minha vida enquanto nós estávamos escrevendo o álbum 'Threat to Survival' e há temas pesados muito especifico nele. Esta música 'How Did You Love' é sobre entender e respeitar a sua própria mortalidade. Não é de uma forma mórbida, negativa, mas de uma forma que te inspire a viver cada dia em sua plenitude e sem pesar, especialmente quando se trata de seus relacionamentos e sua individualidade. Você precisar estar em paz e orgulhoso quando olhar para trás e se perguntar 'Como você amou?'"

Smith diz que ele sabia que o vídeo precisava ser "algo especial" para combinar com este conceito. Ele falou com o antigo diretor da banda e colaborador, Darren Doane, que tinha visto recentemente um curta chamado "The Hounde of Heaven" de N.D. Wilson, produzido por Hisao Kurosawa, filho do lendário cineasta, Akira Kurosawa. Doane se inspirou no filme e disse que o mesmo compartilha o tema semelhante ao "How Did You Love", recomendando assim os dois juntos. O novo vídeo do Shinedown usa parte da curta - que foi lançado digitalmente na terça-feira (04 de outubrio) terá alguma atenção extra do público da banda.

"Foi como se a música e o filme fossem almas gêmeas que de alguma forma, encontram um ao outro" continua Smith. "Eu estava muito feliz que o lendário Kurosawa Productions nos permitiu usar um pedaço de seu filme notável em nosso vídeo. Eu acredito neste bonito universo, como um artista, música e um filme, onde foram feitos para se encontrarem."

RockBizz: Entrevista exclusiva com Zach Myers

Shinedown — Maximus Festival 2016
O site brasileiro, Rock Bizz, realizou uma entrevista exclusiva com o guitarrista da banda, Zach Myers, o qual comentou sobre a apresentação da banda no Maximus Festival Brasil, problemas técnicos enfrentados no show, álbum 'Threat to Survival', próximo álbum e mais.

Leia na íntegra:
A estreia do Maximus Festival foi um grande sucesso e, sem dúvida, está na lembrança de todos que lá estavam prestigiando mais essa conquista para cena metálica nacional. E na carona do festival, a banda que marcou presença e debutou nos palcos brasileiros foi o Shinedown, que, embora tenha sofrido com alguns contratempos no sistema de som, conseguiu atrair a atenção do público e mostrar seu poderio sonoro.

O RockBizz foi bater um papo exclusivo com o guitarrista, Zach Myers, para saber suas impressões sobre a apresentação da banda no Maximus. Além disso, o guitarrista falou do grande sucesso do álbum Threat to Survival (2015); planos do novo disco de estúdio e algumas curiosidades da carreira do grupo.

Que show, cara (Maximus Festival)! Curti muito a energia de vocês no palco, foi um ótimo show! O que os motiva a colocar tanta emoção e energia nas apresentações ao vivo?
Zach Myers: A gente coloca nas apresentações ao vivo aquilo que nós gostamos de assistir como fãs! A menos que eu esteja indo assistir alguém como Bob Dylan, eu não quero ver ninguém parado lá no palco. Eu quero ver a entrega ao show e sentir essa energia fora do palco, no meio do público. E mais! Nós vemos, primeiramente, nosso show como fãs.

Rolou alguns problemas com o sistema de som (na apresentação do Maximus Festival), mas a forma como vocês interagiram com o público minimizaram quaisquer problemas. Vocês já tiveram que lidar com problemas similares, os quais já os prepararam para momentos como esse?
Zach: Para ser honesto, em termos de problemas técnicos, esse foi um dos piores shows em toda a história da banda. Foi, realmente, um dia muito ruim para nós, mas nós não deixamos transparecer isso no palco. Nossa vontade, agora, é voltar e fazer uma apresentação perfeita para os fãs brasileiros.

Vamos falar um pouquinho de Threat to Survival (2015). O álbum foi lançado há um tempinho, no ano passado, então, como tem sido o feedback agora que as pessoas já tiveram tempo para digerir o disco?
Zach: Tem sido muito bom! Uma coisa muito legal, além da resposta positiva dos fãs, é que recebemos muitos elogios de nossos companheiros da indústria musical. Muita gente de outras bandas nos mandaram mensagens ou nos falaram pessoalmente o quanto curtiram o disco, e isso significa muito!

Vocês já começaram a escrever novo álbum? Você pode nos contar alguma coisa sobre ele?
Zach: Normalmente, nós não escrevemos em meio às turnês, mas nós já começamos a ter algumas ideias para nosso sexto álbum de estúdio. Vamos ver por qual caminho vamos seguir.

Você sente alguma pressão em relação ao próximo álbum?
Zach: Na verdade, não! O único disco que eu, particularmente, senti pressão foi no período de Sound of Madness (2008), mas fora por conta do sucesso que foi e por ter nos dado a oportunidade de começar a tocar em grandes arenas. Então, rolou uma pressão entre esse álbum e o Amaryllis (2012).

De todos os shows que você já fez, qual tem mantido o posto de favorito até hoje?
Zach: A gente fez um show no Red Rocks, no Colorado, EUA, que foi maravilhoso. Estava chovendo muito, o show estava ‘sold out’ e, apesar do tempo ruim, ninguém foi embora. É um dos meus momentos especiais nessa banda.

E qual foi o show mais estranho que vocês já fizeram?
Zach: Nós tocamos em um rodeio, em Houston, uma vez! Tocamos no meio da poeira onde todos os cavalos e bois estavam! Foi bem esquisito, com certeza.

Alguma mensagem para seus fãs aqui no Brasil?
Zach: Nós amamos o país! A gente não vê a hora de voltar e tocar aí. A gente quer muito começar nossa carreira aí e voltar sempre por muitos anos. Muito obrigado!

Loudwire: Rank de álbuns do Shinedown

http://loudwire.com/files/2016/08/Shinedown-Albums-Ranked.jpg?w=630&h=420&zc=1&cc=000000&a=t
O site de Loudwire divulgou um artigo onde o mesmo relata o rank dos álbuns do Shinedown. Como todos sabem, atualmente a banda contém 5 álbuns de lançamentos, sendo eles: Leave a Whisper (2003), Us and Them (2005), The Sound of Madness (2008), Amaryllis (2012) e Threat to Survival (2015).

Confira abaixo, na opinião do site Loudwire, o rank elaborado:
O começo dos anos 2000 trouxe uma riqueza de bandas novas de hard rock que iriam impactar o rádio na próxima década. Uma dessas bandas que realmente dominaram as rádios da Flórida foi o Shinedown. A banda aproveitou a construção do seu sucesso de seu primeiro álbum "Leave a Whisper", construído sobre seu público com "Us and Them", sofrendo uma mudança de lineup e vindo maior ainda com "The Sound of Madness" e continuou sendo uma das maiores bandas com álbuns como "Amaryllis" e "Threat to Survival". Mas qual desses álbuns é o melhor trabalho da banda? Se junte a nós através dos álbuns de estúdio do Shinedown e classifique os seus discos do mais fraco para o mais forte. 
 5. Us and Them (2005)
O segundo álbum do Shinedown, Us and Them, foi uma mudança para a banda. Eles continuaram a crescer com sua audiência através deste disco, graças a música No. 1 "Save Me" e o hits seguintes com "I Dare You" e "Heroes". Mas imediatamente, o grupo começou a despedaçar-se um pouco. Após o apoio ao álbum, a banda se separou do guitarrista Jasin Todd e do baixista Brad Stewart. Porém, apesar de tudo, o álbum provou um sucesso e eventualmente foi certificado a ouro.

4. Threat to Survival (2015)
Depois de um tempo entre os dois álbuns de grandes sucessos, o Shinedown retornou a se reorganizar em 2015 com 'Threat to Survival'. Os temas no álbum ficou claro no título. O energético "Cut The Cord" falou sobre se apegar ao destino e esquecer os obstáculos passados, enquanto o single seguinte "State Of My Head" é a melhor parte para uma auto-inspeção. Outros destaques no álbum são "Asking for It," "Dangerous" e "Black Cadillac". O álbum atingiu o No. 6 no Billboard 200.
3. Leave a Whisper (2003)
Em 2003, o quarteto Brent Smith, Jasin Todd, Brad Stewart e Barry Kerch entrou em cena com o álbum de estreia, Leave A Whisper. Apreciando a construção lenta com o primeiro single "Fly From the Inside", a música atingiu o pico no Top 5 na Rádio Rock. "45", continuou com o impulso, e foi reforçado quando uma versão acústica chegou as rádios. Depois da grande reação, Shinedown gravou um cover de "Simple Man" da banda Lynyrd Skynyrd e o incluiu no álbum. E, eventualmente, eles terminaram seu álbum de estreia com "Burning Bright." Embora o álbum alcançou a posição No. 53 na Billboard 200, Leave A Whisper fez uma marca com os fãs e o álbum foi disco de platina.  

2. Amaryllis (2012)
Shinedown lançou em 2012 o que poderia provar de ser o seu álbum mais profundo, Amaryllis. Em reunião com o produtor Rob Cavallo, a banda lançou os singles "Bully" e "Unity" que entraram no top dos charts. A agressividade do rock em "Enemies" também se aproximou no top dos charts, assim como a música melódica "I'll Follow You". Entretanto, "Adrenaline" e "Through the Ghost" receberam destaques, resultando atenção para metade do álbum que foi certificado a ouro. Amaryllis também se tornou o primeiro álbum no topo das paradas da banda.
1. The Sound of Madness (2008)
Shinedown desfrutou de um enorme impulso em sua carreira com o álbum de 2008, The Sound of Madness. O álbum produzido por Rob Cavallo foi o primeiro da banda com o novo baixista Eric Bass e novo guitarrista Zach Myers, enquanto o guitarrista Nick Perri expandiu a banda para um quinteto. "Devour" chegou ao topo das paradas de rock, enquanto "Second Chance" passou a se tornar um hit em várias paradas. As músicas "Sound of Madness", "If You Only Knew" e "The Crow and the Butterfly" mantiveram a banda nas paradas por dois anos, e a banda adicionou a música "Diamond Eyes (Boom-Lay Boom-Lay Boom)" na trilha sonora do filme "Os Mercenários". Em um ambiente de vendas de álbuns cada vez menor, "The Sound of Madness" do Shinedown foi certificado em platina dupla e provou que a formação reconfigurada tinha muito a dizer.

Brent Smith fala sobre turnê com Five Finger Death Punch, o álbum Threat To Survival, próximo single e mais

Em entrevista à Radio 98 de Charleston, Brent Smith comentou do apoio dos fãs na carreira da banda, turnê que será realizada com o Five Finger Death Punch em outubro, álbum 'Threat To Survival', possibilidade de "How Did You Love" ser próximo single e sobre a volta ao estúdio visando o próximo lançamento.

Ouça abaixo:

10.09.2016 Shinedown @ Buenos Aires, Maximus Festival


No sábado (10), o Shinedown se apresentou em Buenos Aires pelo Maximus Festival Argentina, sem atrasos e problemas técnicos, a banda realizou uma apresentação de 35-40 minutos, a setlist contou por 6 músicas e assim como fez em São Paulo, Brent Smith foi até a platéia.

Setlist: 
Asking For It
Diamond Eyes (Boom-Lay Boom-Lay Boom)
Enemies
Cut the Cord
Second Chance
Sound of Madness
Fotos:

07.09.2016 Shinedown @ São Paulo, Maximus Festival

Ontem, o Shinedown realizou o seu primeiro show em terras brasileiras por parte do Maximus Festival, a banda se apresentou no Palco Rockatansky. Nós estivemos no festival e conferimos tudo o que rolou por lá, confiram a nossa resenha e fotos realizadas.

Pré-show:
Antes de acontecer o primeiro show no Palco Rockatansky, pudemos ver Brent Smith acompanhado pelo seu segurança, Jake, examinando o palco. Eles estavam ali, se preparando para que o vocalista pudesse descer durante o show e ir até público na platéia.




Show:
De acordo com a imagem (confira foto aqui), o show do Shinedown estava programado para começar às 14h10 e ter a duração de 35 minutos, porém quando chegamos no Autódromo de Interlagos, o horário apresentado ao público (confira foto aqui) era das 14h00 até às 14h45. Infelizmente, o horário não foi nenhum deles... considerando o início às 14h00, aguardamos 20 minutos até que a banda subiu ao palco com 'Diamond Eyes', uma música muito especial para nós, fundadoras do Shinedown Brazil, pois nos deu o tema para nosso fã-clube "The story is just beginning" (A história está apenas começando), logo após a primeira música, como os fãs já sabiam que iria acontecer, Brent desceu até os fãs!

(Vídeo em breve)

A setlist continou com 'Enemies' (terceiro single do álbum 'Amaryllis') e como notificamos através do nosso twitter @shinedownbrazil, o microfone do Brent estava baixo, ao final da música, a platéia gritava "Aumenta", enquanto Brent cumprimentava o público brasileiro pelo primeiro show da banda, a produção aumentou o microfone, mas bastou uma parte da próxima música, 'Cut The Cord' (primeiro single do 'Threat to Survival'), para que tudo voltasse como antes.

Apesar disso, a postura da banda não desanimou os fãs presentes que cantaram e gritaram bastante, certamente devido ao problema técnico, não pudemos aproveitar 100% do que sabemos que o Shinedown oferece em seus shows.

Em nome de todos, Brent se desculpou e enfatizou que não será a última vez, pois eles irão voltar para se apresentar para os fãs brasileiros. E então, finalizou o show com o grande sucesso 'Sound of Madness' (terceiro single do álbum 'The Sound of Madness').

Pós-show:
Não demorou muito tempo e foi publicado uma nota oficial a respeito do show na página oficial da banda no Facebook:
Caro Brasil ... não podemos desculpar o suficiente para todas as dificuldades técnicas durante o nosso conjunto ..... estamos tão chateado com o show de hoje. que era completamente fora de nosso controle e o festival foi acima e além para ajudar. temos de esperar 10 anos para vir aqui e tocar para vocês .... vamos estar de volta! E você terá um verdadeiro show Shinedown .....
Observação: O guitarrista, Zach Myers respondeu um fã no twitter sobre a frase "Temos de esperar 10 anos para vir aqui e tocar para vocês", o que aparentemente pode dar a entender que a banda irá esperar 10 anos para voltar, ele quiseram dizer que tiveram que esperar 10 anos para o primeiro show.

Além da nota oficial, Zach realizou um Q&A (perguntas e respostas) ao vivo na página da banda e comentou sobre o show, dizendo que provavelmente foi o pior show da banda em termos de problemas técnicos, pois apesar dos fãs terem sido incríveis, foi um dia muito difícil para todos eles já que demoraram para vir ao Brasil e não era essa a impressão que gostariam de ter deixado, mas pretendem voltar em breve.

E certamente, estaremos contando os dias para o próximo show da banda, pois assim como eles, também nos chateamos pelo o que aconteceu. Se já estávamos lamentando o tempo de show, o qual deveria ter durado 35 minutos e saímos de lá com quase metade do tempo, ficamos de coração partido por causa dos problemas enfrentados.

Contamos com o apoio de todos, tanto os fãs que não puderam ir quanto os que foram, para continuar pedindo a banda de volta ao Brasil e demonstrando carinho.


Como Brent sempre fala no final de cada show do Shinedown:
"It's never goodybe, it's just till next time" (Nunca é adeus, é só até a próxima vez)

Resenha e fotos por Equipe Shinedown Brazil

Eric Bass participa do show do Halestorm

No show da banda Halestorm realizado ontem em Chicago, por parte da turnê Carnival of Madness, o baixista da banda, Josh Smith, teve que ir ao hospital após cortar a sua mão e Eric Bass e Jon Lawhon (Black Stone Cherry) substituíram Josh no show. A vocalista/guitarrista do Halestorm, Lzzy Hale publicou uma foto e um texto em agradecimento aos baixistas (confira a foto acima do texto).

Confira abaixo um trecho de "Freak Like Me" do Halestorm com a participação de Eric:

Zach Myers fala sobre paternidade, carreira, turnê e mais

O site The Aquarian realizou uma entrevista com o guitarrista Zach Myers que falou sobre o seu primeiro filho, Oliver Levon, início da sua carreira como guitarrista/compositor, atual turnê Carnival of Madness, processo de gravação do álbum 'Threat to Survival' e mais.

Confira a tradução:
Eu aprecio o tempo que você tirou para falar comigo hoje. Eu sei que vocês estão ocupados em turnê...
Desculpe o atraso. Tivemos uma reunião da banda ... Nós nos damos muito bem, como, provavelmente, mais do que qualquer banda que eu já vi, mas temos estas reuniões uma vez, talvez, a cada dois anos, em possamos resolver tudo, como juntar tudo o que quer jogar fora. Isso é o que estávamos fazendo, peço desculpas por isso.

Completamente compreensível, não há problema. Então você teve um bebê recentemente, parabéns!
Muito obrigado. É a coisa mais emocionante que eu já fiz. Meu bebê está aqui comigo agora. O que é louco, meu filho, Oliver, dorme muito... ele é o melhor menino no mundo. Ele vai para a cama às 11 horas e dorme até 10 horas da manhã. Ele é bastante surpreendente. Eu sou muito calmo e ameno temperado, e minha esposa é o mesmo, então eu acho que ele conseguiu isso de nós. Nossa casa não é barulhenta, não temos costume de receber visitas. Então, ele está descansando o tempo todo.

O Brent te deu algum conselho sobre a paternidade?
Brent e Barry, ambos me deram bons conselhos como pais. Os dois são pais. Eles tinham vários conselhos. Eu acho que o melhor conselho é apenas para aproveitar. Estamos na estrada e temos sorte de ter proporcionado a nós mesmos este luxo de ser capaz de ter as nossas famílias por tanto tempo assim. Neste verão, eu vou ter o meu próprio ônibus onde estarei com a minha família. Por isso é bom ter isso, mas quando ele não está comigo, eu definitivamente sinto falta. FaceTime é um salva-vidas.

Você cresceu em Memphis, quando foi que você escolheu a guitarra?
Eu escolhi a guitarra quando eu tinha 13 anos. Eu ganhei uma guitarra no meu aniversário de 12 anos, mas eu realmente não toquei. Eu comecei a tocar.... Quando estava em torno de 13, e depois tive o meu contrato de gravação, quando eu tinha 14 anos.

Altamente incomum ter um contrato de gravação com essa idade, não é?
Quero dizer, eu não sei como é incomum... Eu acho que não um monte de gente teve (risos). Mas vou dizer que foi provavelmente a única coisa na minha vida eu tive meio rápido. Eu não era muito bom em qualquer outra coisa. Eu fiz Tae Kwon Do, Karate e coisas como uma criança... Eu jogava beisebol e basquete, mas esta foi a única coisa que consegui rápido, definitivamente me senti tendo um chamado.

Quando é que a composição começou para você? Foi difícil levar a sério com essa idade?
Eu tinha uma carreira fazendo isso, mas eu definitivamente não teria olhado para mim como um compositor na época. Acho que fui mais que apenas um garoto que queria tocava guitarra, porque naquela época você tinha todas essas crianças... você teve Jonny Lang, Kenny Wayne Shepherd, você tinha todas essas crianças que estavam fazendo a mesma coisa que eu estava fazendo. Eu era uma das últimas crianças a fazer isso, então eu definitivamente me olhei como compositor como eu faço agora. Eu estava mais como... eu escrevia... mas eu não era um compositor. Comecei a compor, de verdade, muito mais tarde. Provavelmente aos 19 anos, é quando eu queria sair e começar a escrever músicas.

Então, você está em turnê com o Carnival of Madness e você também tem seus projetos paralelos que são mais discretos. Você prefere os locais menores, ao contrário dos grandes locais que toca, ou vice-versa?
Sim, eu amo os dois. Tenho tudo que eu preciso de ambas. É... com Shinedown você começa o grande show, os grandes momentos, você tem a pirotecnia, e então quando nós começamos a fazer um show acústico, é muito íntimo. Sou eu, Justin, Zack e Chris Allen. É bem calmo. É mais como bar em estilo de casa de café, com 300-500 pessoas, e na maioria das vezes nós começamos a tocar sentados. É quase como um contador de histórias com um show acústico... que é exatamente o que é. É muito bom para chegar a contar histórias e cantar músicas que não consegue fazer em um show do Shinedown. Há um monte de músicas Shinedown que não toco ao vivo que são algumas das minhas favoritas que eu costumo apresentar.

Quais são as suas favoritas para tocar ao vivo?
Com Shinedown, ultimamente, tem sido "I’ll Follow You"... Tem sido muito divertido e alguns dias nós colocamos "Amaryllis" na setlist, e tem sido muito divertido, também.

Agora, você foi capaz de equilibrar seus projetos paralelos com as exigências da Shinedown...
É, obviamente, Shinedown vem em primeiro lugar, e quando eu faço a outra coisa no sentido contrário, acaba existindo um equilíbrio. É acústico, super descontraído e tão diferente do que fazemos com o Shinedown. Então, sim, ele só acrescenta este outro aspecto a minha vida. Eu ouço mais estilos além do Rock. Eu escuto mais cantores e compositores. Basicamente, eu ouço mais James Taylor do que eu fazer qualquer outra coisa. Então, isso chega a deixar as duas coisas bem divertidas para mim. Isso é uma bênção.

Quais guitarrista/cantores e compositores você ouve?
Cantores e compositores... tem esse garoto Noah Gundersen, que eu gosto muito, e acho que Rob Thomas do Matchbox [20], que é um amigo meu, é provavelmente um dos melhores compositores desta geração... mesmo com Adam Duritz do Counting Crows. Os guitarristas sempre foram Stevie Ray Vaughan, Hendrix, Freddie King, B. B. King... são meus quatro primeiros, com certeza. Eu costumava ouvir Blues.

Você consegue se lembrar de um momento específico que você percebeu que estava na estrada e pensou: "Uau, isso é muito legal"?
Nós tocamos "Amaryllis" na Rússia e essa música... o faz sentir Espírito Santo entrando em você, às vezes.... tipo, eu senti isso porque a platéia estava muito empolgada. Foi uma daquelas coisas assim. Eu acho que há momentos em que a platéia pode trazer para fora a música em você, você sabe o que quero dizer? Você não tem que estar tocando. Você pode talvez estar cansado de tocar a música, e a platéia faz com que você volte a ter uma apreciação por ela.

Estão falando que Lzzy Hale é uma ótima cozinheira. Ela tem preparado alguma refeição no ônibus de turnê para vocês?
(Risos) Eu nunca tive uma refeição feita pela Lzzy Hale... Eu não sei. Barry é um ótimo cozinheiro também, então estou entre os dois -- e eu cozinho muito em casa e Eric também.Temos um chef aqui, quando estamos em turnê e nossa própria empresa de catering, teremos coisas na cozinha todos os dias talvez por isso que ela e Barry podem chegar lá e fazer como um episódio de Chopped ou algo assim (risos).

Você pode falar um pouco sobre o processo de gravação de 'Threat to Survival'?
Sim... foi o mais divertido que já tivemos, e eu não estou dizendo isso... porque cada vez que alguém lança um novo álbum, fala "Oh, é o nosso melhor álbum." Isso realmente foi o mais diversão que já tivemos. Nós todos não estávamos no mesmo local. Tivemos quatro produtores diferentes, então Barry esteve em um estúdio trabalhando em uma música totalmente diferente ou conjunto de músicas, e então eu em outro estúdio fazendo guitarras. Foi muito bom ter isso, porque não estávamos todos sentados na mesma sala durante seis meses, fazendo escolhas, julgamentos... Então, sim, tivemos várias coisas muito agradáveis para fazer e ter esse tipo de espaço um do outro... e então você entrar e você ouvir o que Barry, Eric, Brent fizeram, "Uau, isso é realmente bom!"... Eu não estava lá para testemunhar isso e depois quando juntamos tudo, fica pronto. É incrível. Por isso, foi muito divertido neste aspecto.

Brent Smith comenta sobre a indústria da música

Em entrevista ao programa Whiplash da rádio KLOS-FM apresentado por Full Metal Jackie, o vocalista Brent Smith comentou sobre as mudanças da indústria da música, como ele se sente quando está sendo observado pelos fãs no show e sobre a relação que tem com a gravadora Atlantic Records.

Leia mais:
Perguntado se há alguma coisa que ainda o surpreende sobre a indústria da música depois de ter se envolvido no negócio por mais de duas décadas, Smith disse: "Eu tenho que ser honesto com você, não há muita coisa que mais me surpreende, eu realmente não atendo as chamadas mais, onde alguém fica no telefone comigo e diz: "Você está sentado? Não é mais necessário para mim."
Ele continuou: "Há sempre voltas e mais voltas, e você tem que aprender a ser tão positivo como você pode ser, porque a indústria pode ser muito, muito negativa, mas eu sempre penso sobre isso a partir do momento que me sinto com 15 anos no meio da platéia olhando para o artista que eu estou vendo, e eu ainda estou apaixonado por isso. E é isso que nós realmente tentamos fazer dia após dia - nos certificar de que estamos cuidando do nosso público cem por cento em todos os momentos ".

Smith acrescentou: "Eu tenho que ser honesto: no próximo ano, vamos completar 20 anos com a Atlantic Records, e eles são - e eu não estou dizendo isso só porque eu tenho trabalhado com eles por um longo tempo - eles são a gravadora mais incrível do mundo e que não é de boca para fora;. Quero dizer que algumas pessoas podem ter opiniões diferentes sobre o que eu disse, apenas com a indústria como um todo, mas sempre temos sido muito felizes em sermos vistos como artistas em primeiro lugar quando se trata de nossa gravadora".
Fonte: Blabbermouth

Shinedown

  • Brent SmithVocal
  • Eric BassBaixo / Vocal
  • Zach MyersGuitarra / Vocal
  • Barry KerchBateria